quarta-feira, 11 de maio de 2011



Unknown

Ele disse: "...pressinto que farei coisas que não são do meu costume. "

Sem perceber, ele deu uma sentença a si mesmo.
Uma sentença de algo inusitado, uma sentença que o obriga a esperar mais de si, sem entender o motivo.

Uma sentença de liberdade, de liberdade para ser o que está se tornando.

Liberdade para ser.
A negatividade, está presente nessa sentença. Seu nível de equilíbrio pessoal vai definir o melhor que você pode
tirar da situação.
Não saber pode ser perigoso. Mas que estimulante é melhor do que esse?

Não saber pode ser mágico, pode ser bom, ruim, fútil, inútil, enriquecedor.


O único fator que define o 'Não saber' e o transforma num raciocínio, é o 'Quem sou eu', da história.

Sua 'Liberdade pra ser' é tão prisioneira, quanto você.

domingo, 8 de maio de 2011



Realistic


Quantas vezes algo aconteceu com você, que nunca foi
real?
Na verdade, o que é que garante a realidade de alguma coisa? Experimentá-la?
Comer um chocolate quando sente vontade, é real? Ir para o trabalho, é real? Beijar alguém? Usar um perfume? Digitar um texto?
Todos os exemplos, aparentemente sem relação um com o outro, nos mostra certas
coisas que fazemos por aí, mas nunca paramos pra sentir sua... 'realidade'.
Amar alguém, é tão real quanto tudo isso?
As pessoas julgam esse sentimento como o mais irreal que existe, no logic.
Ao mesmo tempo, que agem como se não existisse nada mais real ou profundo, do que amar alguém, e todo o resto, os outros exemplos, soam... simplesmente falsos. Então, o que dá para aprender disso, é que decidimos sempre o momento e 'o' o que, nós consideramos real ou não. Nós optamos pela realidade que escolhemos. Não é uma regra.
Então, o que torna qualquer coisa real, afinal?

Se nem sua existência, nem suas ações, nem seus sentimentos, nem sua lógica, põem fim a essa pergunta?


O que conclui-se é que a única coisa real, é a dúvida.