sexta-feira, 8 de abril de 2011


Plan

O que posso fazer, para que me entendam?

Não quero um caminho violento, nem só o vento.

O que posso fazer, para que me amem?

Não quero uma trilha incerta ou apenas uma rotina macenta.
O que posso fazer, para que me encontrem?
Não quero o inferno ou um céu de eterno inverno.

O que posso fazer, para que me divirtam?

Não quero ter que fingir um sorriso ou aperto de mão impreciso.

O que posso fazer, para que não me destruam?

Se viver parece impossível e morrer parece absurdo?

O que fazer para que não façam por mim o que eu devo fazer por mim mesma?

Se meu cérebro robotizado não mais obedece a esse coração cansado?

Guerrear.
Perder.

Honrar.

Vencer.
Libertar
.


Siga com o plano.